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Prazo para a prova de vida foi prorrogado até o final de janeiro de 2021

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Notícia | Com informações do site do INSS

Os aposentados e pensionistas do INSS que não fizeram a prova de vida entre março e dezembro desse ano não terão seus benefícios bloqueados

Uma nova regra prorrogou a interrupção do bloqueio de pagamentos de benefícios até o fim de janeiro.

A prorrogação vale para os beneficiários residentes no Brasil e no exterior. Em situações normais, a prova de vida é feita pelo segurado anualmente para comprovar que ele está vivo e garantir que o benefício continue sendo pago.

Saiba mais sobre a prova de vida do INSS.

Quando devo fazer a prova de vida?

A atualização da prova de vida é feita todo ano pela rede bancária, que determina a data e a maneira mais adequada.

Por exemplo: existem bancos que utilizam a data do aniversário do aposentado ou pensionista, outros utilizam a data de aniversário do benefício, assim como há os que convocam o beneficiário na competência que antecede o vencimento da fé de vida.

Onde devo ir?

Basta ir direto no banco em que recebe o benefício, apresentar um documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação e outros).

Algumas instituições financeiras já utilizam a tecnologia de biometria nos terminais de autoatendimento.

Se não conseguir ir ao banco?

Os aposentados e pensionistas que não puderem ir até às agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção podem realizar a comprovação de vida por um procurador cadastrado no INSS.

E quem mora fora do Brasil?

Os segurados que moram no exterior também podem fazer a comprovação de vida por um procurador cadastrado no INSS ou por meio de documento de prova de vida emitido por consulado.

Ou, ainda, pelo Formulário Específico de Atestado de Vida para o INSS, que está disponível no site da Repartição Consular Brasileira ou no site do INSS.

Caso você opte por usar o Formulário, deverá assinar na presença de um notário público local, que efetuará o reconhecimento da assinatura do declarante por autenticidade.

Além disso, quando o beneficiário estiver residindo em país signatário da Convenção sobre Eliminação da Exigência de Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros (Convenção de Haia/Holanda, de 5 de outubro de 1961), aprovada pelo Decreto Legislativo nº 148, de 12 de junho de 2015, o Formulário deverá ser apostilado pela autoridade competente da mesma jurisdição do cartório local.

Este documento deve ser enviado à Agência Atendimento Acordos Internacionais – APSAI responsável pela operacionalização do Acordo com o referido país (veja lista das APSAI no link Assuntos Internacionais do site da Previdência).

Em se tratando de país não signatário, o Formulário deverá ser legalizado pelas representações consulares brasileiras e enviado à Coordenação Geral de Gerenciamento de Pagamento de Benefícios – CGGPB, com endereço no SAUS – Quadra 2 – Bloco O – 8º andar – Sala 806 – CEP 70.070-946 – Brasília / DF.

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